O salario é a contraprestação percebida pelo empregado decorrente das atividades exercidas ao empregador.
O salario tem caráter alimentar e deve ser capaz de suprir varias necessidades do funcionário, quando a empresa está preparando seu plano de cargos e salarios ela sofre interferências internas e externa que afetam diretamente na composição do salario.
Fatores Internos:
Níveis Hierárquicos, o funcionário deve receber de acordo com as suas atribuições.
Este item é de suma importância para motivar o funcionário a buscar o crescimento.
Desempenho e capacidade, o salario pode ser modificado de acordo com a capacidade e desempenho do setor ou do empregado.
Competitividade do organização, uma salario acima da media de mercado mantem os parceiros e atrai profissionais capacitados.
Fatores externos:
Legislação, a Constituição Federal em seu Art. 7 inciso V diz que, o funcionário deve receber de acordo com a extensão e a complexidade do cargo.
Concorrência de mercado, a empresa deve sempre manter o seu salario no nível ou acima do mercado.
Situação do mercado de trabalho, de acordo com a demanda de profissionais capacitados para exercer a função as empresas podem aumentar ou diminuir o valor do salario.
Estes fatores interferem diretamente na elaboração do salario, um bom plano salarial é aquele que consegue manter um equilíbrio entre os fatores internos e externos.
Salario X remuneração.
O salario é parte integrante da remuneração, salario é a parte fixa da remuneração e o valor estipulado no contrato de trabalho.
A remuneração é composta de todas as parcelas que o funcionário percebe decorrente da sua prestação de serviços.
Elementos que compõem a remuneração:
Salario.
Adicionais (insalubridade, periculosidade etc).
Horas extras.
Comissões, gorjetas e outras.
O salario tem caráter alimentar e não pode ter descontos, salvo os previstos em lei.
Marcos Rios
domingo, 21 de junho de 2009
O estresse como diferencial no desempenho!
O estresse é sempre visto como um vilão na nossa vida, quase todas as coisas ruins que acontecem com a nossa saúde ou mesmo com o nosso desempenho é classificado como frutos do estresse, mais até que ponto isto e verdade. Antes de discutirmos sobre essa veracidade vamos conhecer um pouco mais sobre o estresse.
Existem dois tipos de estresse, o bom e o ruim. O estresse mais conhecido e falado é o ruim.
Este tipo de estresse é aquele que leva as pessoas a perder o sono a terem gastrite e ficarem mal humoradas, este tipo de estresse é adquirido quando nos deparamos com situações em que nos sentimos encurralados, sem saída, estas situações são encontradas diariamente no trabalho no transito ou no conviveu familiar. Quando somos expostos a esse tipo de estresse o corpo passa a produzir menos Imunoglobulinas esta é a primeira linha de defesa do corpo contra as doenças.
Um outro tipo de estresse é o bom estresse, este tipo de estresse é o menos conhecido.
O bom estresse é essencial para a sobrevivência do ser humano é ele que leva as pessoas a desafiarem suas limitações e superarem metas e medos, o bom estresse ao contrario do mal estresse aumenta a produção da imunoglobulinas dando a pessoa uma maior proteção.
Mais o que realmente é o bom estresse?
O bom estresse é aquele que sentimos quando somos desafiados a fazer algo que esta fora das nossas capacidades normais, superar desafios.
Exemplos: quando somos desafiados a fazer um projeto em um curto tempo ou quando recebemos novas atribuições e responsabilidades.
Quando nos deparamos com estes tipos de situações, na maioria das vezes nos saímos muito bem e a sensação ao final é maravilhosa.
Se não existisse o estresse a vida seria sem desafios, viveríamos em uma rotina desesperadora e provavelmente não seriamos o que somos hoje.
Referencia Bibliográfica: Viva o estresse.
Autor: Barry Lenson
Mauricio Mendez
Existem dois tipos de estresse, o bom e o ruim. O estresse mais conhecido e falado é o ruim.
Este tipo de estresse é aquele que leva as pessoas a perder o sono a terem gastrite e ficarem mal humoradas, este tipo de estresse é adquirido quando nos deparamos com situações em que nos sentimos encurralados, sem saída, estas situações são encontradas diariamente no trabalho no transito ou no conviveu familiar. Quando somos expostos a esse tipo de estresse o corpo passa a produzir menos Imunoglobulinas esta é a primeira linha de defesa do corpo contra as doenças.
Um outro tipo de estresse é o bom estresse, este tipo de estresse é o menos conhecido.
O bom estresse é essencial para a sobrevivência do ser humano é ele que leva as pessoas a desafiarem suas limitações e superarem metas e medos, o bom estresse ao contrario do mal estresse aumenta a produção da imunoglobulinas dando a pessoa uma maior proteção.
Mais o que realmente é o bom estresse?
O bom estresse é aquele que sentimos quando somos desafiados a fazer algo que esta fora das nossas capacidades normais, superar desafios.
Exemplos: quando somos desafiados a fazer um projeto em um curto tempo ou quando recebemos novas atribuições e responsabilidades.
Quando nos deparamos com estes tipos de situações, na maioria das vezes nos saímos muito bem e a sensação ao final é maravilhosa.
Se não existisse o estresse a vida seria sem desafios, viveríamos em uma rotina desesperadora e provavelmente não seriamos o que somos hoje.
Referencia Bibliográfica: Viva o estresse.
Autor: Barry Lenson
Mauricio Mendez
Criatividade é o diferencial.
Materiais utilizados: Revistas, Cola, Durex, Tesouras, Canetas e Papeletas contendo nomes de cidades.
Tempo: 40 Minutos.
Numero de Participantes: 20 pessoas.
Aplicação:
Os participantes devem formar grupos de 5 integrantes, cada grupo recebera uma papeleta contendo o nome de uma cidade.
Cada grupo deve elaborar uma colagem estratégica para vender uma determinado produto para os moradores da cidade que receberam.
Os produtos devem ser escolhidos ou elaborados pelos integrantes das outras equipes, esses produtos devem ser conflitantes com o contexto da cidade.
Exemplos:
Bahia, Aquecedor.
Minas Gerais, cadeira de praia.
O intuito desta dinâmica é visualizar as pessoas criativas e inibidas, alem de deixar a mostra o poder de persuasão e criatividade de cada participante.
Marcos Costa
Tempo: 40 Minutos.
Numero de Participantes: 20 pessoas.
Aplicação:
Os participantes devem formar grupos de 5 integrantes, cada grupo recebera uma papeleta contendo o nome de uma cidade.
Cada grupo deve elaborar uma colagem estratégica para vender uma determinado produto para os moradores da cidade que receberam.
Os produtos devem ser escolhidos ou elaborados pelos integrantes das outras equipes, esses produtos devem ser conflitantes com o contexto da cidade.
Exemplos:
Bahia, Aquecedor.
Minas Gerais, cadeira de praia.
O intuito desta dinâmica é visualizar as pessoas criativas e inibidas, alem de deixar a mostra o poder de persuasão e criatividade de cada participante.
Marcos Costa
quarta-feira, 10 de junho de 2009
ACIDENTES COM CRIANÇAS
Saiba que uma grande porcentagem dos acidentes graves com crianças ocorre em casa ou á sua volta?
Nuca deixe uma criança sozinha, sem vigilância sem que possa ouvi-la a todo o momento.
Mantenha pequenos objetos (moedas, botões, amendoins) e sacos de plástico fora do alcance das crianças, pois podem sufoca-la.
Os medicamentos e os detergentes devem estar fora da vista e do alcance das crianças, fechados em armários altos; não coloque produtos como detergentes, em garrafas de refrigerantes ou água, pois podem enganar a criança e provocar intoxicações.
Coloque cancelas no topo das escadas, e limitadores de abertura nas janelas e varandas, para evitar quedas graves.
Não cozinhe, nem tome chá ou café com uma criança ao colo para evitar queimaduras.
Nunca deixe as panelas com os cabos virados para fora do fogão, para evitar queimaduras.
Não deixe uma criança sozinha na banheira, nem por um segundo, e despeje a banheira assim que acabar o banho, para evitar afogamento.
Coloque um corrimão na escada e instale redes de proteção nas janelas e varandas, para evitar quedas.
Na piscina, vigie as crianças em permanência e coloquem-lhes sempre braçadeiras para evitar afogamentos.
Habitue as crianças a usarem capacetes quando andarem de bicicletas e skates, para reduzir as conseqüências de traumas e não deixe andar em ruas com automóveis.
Segurança e Saúde sempre em primeiro lugar
Antonio Souza
Nuca deixe uma criança sozinha, sem vigilância sem que possa ouvi-la a todo o momento.
Mantenha pequenos objetos (moedas, botões, amendoins) e sacos de plástico fora do alcance das crianças, pois podem sufoca-la.
Os medicamentos e os detergentes devem estar fora da vista e do alcance das crianças, fechados em armários altos; não coloque produtos como detergentes, em garrafas de refrigerantes ou água, pois podem enganar a criança e provocar intoxicações.
Coloque cancelas no topo das escadas, e limitadores de abertura nas janelas e varandas, para evitar quedas graves.
Não cozinhe, nem tome chá ou café com uma criança ao colo para evitar queimaduras.
Nunca deixe as panelas com os cabos virados para fora do fogão, para evitar queimaduras.
Não deixe uma criança sozinha na banheira, nem por um segundo, e despeje a banheira assim que acabar o banho, para evitar afogamento.
Coloque um corrimão na escada e instale redes de proteção nas janelas e varandas, para evitar quedas.
Na piscina, vigie as crianças em permanência e coloquem-lhes sempre braçadeiras para evitar afogamentos.
Habitue as crianças a usarem capacetes quando andarem de bicicletas e skates, para reduzir as conseqüências de traumas e não deixe andar em ruas com automóveis.
Antonio Souza
terça-feira, 9 de junho de 2009
Perfil Comportamental
A intenção deste tipo de entrevista não é de discriminar ou criar um pré-requisito, mas sim o de traçar um perfil do candidato. Nos dias atuais as competências comportamentais são tão ou mais relevantes que as técnicas. As empresas valorizam candidatos com iniciativa, capacidade de liderança, adaptabilidade, empatia, ou capacidade de persuasão.Em outras palavras , as empresas tem considerado os sentimentos e habilidades humanas , como alavancas para o bom funcionamento da empresa.A inteligência emocional passou a ser tão importante quanto a vivência profissional.Se julga o candidato valorizando a forma como se relaciona e como controla suas emoções,sua auto-estima,dedicação,integridade e comunicabilidade.
Este tipo de entrevista busca no candidato situações vividas por ele, próxima do que ele viverá no cargo que ocupará. Esse tipo de entrevista evita situações hipotéticas.
Pode ser utilizada em qualquer processo seletivo. As questões devem ser bem estruturadas, minimizando a subjetividade.
É necessário que se tenha bem definido as qualificações, os conhecimentos técnicos e gerais, habilidades e que atitudes são esperadas de um candidato à posição.
O entrevistador deve estar preparado para a entrevista, com um questionário elaborado, com o objetivo de identificar no candidato as competências desejadas. Deve buscar em cada pergunta, respostas que envolvam um contexto, um acontecimento, a ação e o resultado.
Não é necessário que a entrevista seja conduzida por um profissional de RH, mas o condutor deve estar bem treinado, e entendendo por quais razões as perguntas foram elaboradas, e preparar-se para conduzi-las.
As perguntas tem por objetivo investigar a experiência passada do candidato. As perguntas devem ser formuladas com verbos de ação no passado, para identificar a presença ou ausência de competências, através de rotinas, atribuições e realizações.
Por exemplo:
• Descreva uma situação, no seu emprego anterior, em que você teve um problema com um de seus colegas e como lidou com isso.
• Relate uma situação na qual, durante um trabalho em equipe, um dos membros não participava com a parte dele. Como você se sentiu e o que fez para resolver a questão?
Tânia Loffredo
Este tipo de entrevista busca no candidato situações vividas por ele, próxima do que ele viverá no cargo que ocupará. Esse tipo de entrevista evita situações hipotéticas.
Pode ser utilizada em qualquer processo seletivo. As questões devem ser bem estruturadas, minimizando a subjetividade.
É necessário que se tenha bem definido as qualificações, os conhecimentos técnicos e gerais, habilidades e que atitudes são esperadas de um candidato à posição.
O entrevistador deve estar preparado para a entrevista, com um questionário elaborado, com o objetivo de identificar no candidato as competências desejadas. Deve buscar em cada pergunta, respostas que envolvam um contexto, um acontecimento, a ação e o resultado.
Não é necessário que a entrevista seja conduzida por um profissional de RH, mas o condutor deve estar bem treinado, e entendendo por quais razões as perguntas foram elaboradas, e preparar-se para conduzi-las.
As perguntas tem por objetivo investigar a experiência passada do candidato. As perguntas devem ser formuladas com verbos de ação no passado, para identificar a presença ou ausência de competências, através de rotinas, atribuições e realizações.
Por exemplo:
• Descreva uma situação, no seu emprego anterior, em que você teve um problema com um de seus colegas e como lidou com isso.
• Relate uma situação na qual, durante um trabalho em equipe, um dos membros não participava com a parte dele. Como você se sentiu e o que fez para resolver a questão?
Tânia Loffredo
Dicionário de RH
Brainstorming – é uma técnica para reuniões de grupo que visa ajudar os participantes a vencer as suas limitações em termos de inovação e criatividade. Em regra, as reuniões não costumam ultrapassar os 30 minutos. O brainstorming tem quatro regras de ouro: nunca critique uma sugestão; encoraje as idéias bizarras; prefira a quantidade à qualidade.Além de zelar para que todos os participantes (geralmente entre 6 e 12) cumpram as regras, o líder da sessão deve manter um ambiente relaxante e propício à geração de novas idéias.
CEP- Controle Estatístico de processo. Metodologia usada para o controle de dados de forma estatística para o aprimoramento contínuo da qualidade.
Endomarketing- Marketing interno realizado por meio de um conjunto de ações desenvolvidas para conscientizar, informar e motivar o indivíduo
Brainstorming – é uma técnica para reuniões de grupo que visa ajudar os participantes a vencer as suas limitações em termos de inovação e criatividade. Em regra, as reuniões não costumam ultrapassar os 30 minutos. O brainstorming tem quatro regras de ouro: nunca critique uma sugestão; encoraje as idéias bizarras; prefira a quantidade à qualidade.Além de zelar para que todos os participantes (geralmente entre 6 e 12) cumpram as regras, o líder da sessão deve manter um ambiente relaxante e propício à geração de novas idéias.
CEP- Controle Estatístico de processo. Metodologia usada para o controle de dados de forma estatística para o aprimoramento contínuo da qualidade.
Endomarketing- Marketing interno realizado por meio de um conjunto de ações desenvolvidas para conscientizar, informar e motivar o indivíduo
Síndrome do Pânico
Você já foi acometido de ansiedade súbita, sem nenhum motivo aparente? Se isso ocorre com certa freqüência, pode ser sinal de um mal que vem se tornando cada vez mais presente na sociedade atual: o transtorno do pânico (“TP” ou síndrome do pânico).O TP é caracterizado pela presença de ataques de ansiedade, acompanhados de sintomas físicos e psicológicos.Trata-se de um grave problema de saúde pública que tem um curso crônico, afetando 3,5% da população ao longo da vida. Existem, inclusive, serviços públicos de atendimento aos pacientes com TP.
Muitas pessoas apresentam um único ataque de pânico, que não se repete ao longo do tempo. No entanto, quando esses ataques se repetem frequentemente, passam a caracterizar o transtorno do pânico, gerando um círculo vicioso de sensações e comportamentos. Nesse caso, a pessoa precisa ser tratada. Há pacientes que acabam ficando com pavor de ir à rua – algumas pessoas chegam a ficar anos sem sair de casa.
Mulheres têm maior propensão ao transtorno
O TP é mais comum em mulheres e em pessoas com idade entre 30 e 40 anos. A descrição dos sintomas se assemelha a um ataque cardíaco. Esse mal- estar repentino tem duração variável em diferentes pacientes, mas costuma se estender por cerca de 20 minutos, com um pico de desconforto aos 10 minutos.
Quando os ataques de pânico tem muita freqüência, os pacientes costumam sofrer de ansiedade antecipatória (o medo de ter um novo ataque) e evitação fóbica (evitam locais ou situações na quais já ocorreu um ataque de pânico).A partir daí, instala-se uma sensação muito comum aos portadores da doença, conhecida como “medo do medo”.
O TP é diferente das fobias (medos exagerados), pois os ataques costumam acontecer de repente e espontaneamente, sem depender de um fator externo. Além disso, não existem causas conhecidas para o TP. No entanto, alguns fatores de risco podem contribuir para o desenvolvimento, como fatores genéticos e outros transtornos de ansiedade (como o transtorno do estresse pós-traumático).É importante notar que os ataques de pânico dos pacientes do transtorno na estão relacionados diretamente a fobias a objetos, animais, locais ou situações específicas (como estar no alto ou em um ambiente pouco ventilado).
Intenso medo e mal-estar
Os ataques de pânico são definidos como um período abrupto de intenso medo ou mal-estar acompanhado de alguns sintomas somáticos ou cognitivos:
• Taquicardia (ritmo cardíaco acelerado);
• Palpitações;
• Tremores;
• Dispinéia;
• Sudorese(suor);
• Sensação de falta de ar ou sufocamento;
• Sensação de nó na garganta;
• Dor e desconforto no peito;
• Náuseas e desconforto abdominal;
• Tontura, vertigem ou desmaio;
• Medo de morrer;
• Medo de perder o controle de seus atos.
Existem unidades específicas, universidades públicas e serviço do SUS especializados em ajudar portadores da síndrome.
Procure ajuda!
INSTITUTO DE PSIQUIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Telefone: (21) 2295-3499
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DA SÍNDROME DO PÂNICO
Telefone (11) 3794-4658
DEPARTAMENTO DE PSIQUIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO
Telefone: (11) 55791543 ou 5576-4160
Fonte : REVISTA PRO TESTE /abril 2009
Muitas pessoas apresentam um único ataque de pânico, que não se repete ao longo do tempo. No entanto, quando esses ataques se repetem frequentemente, passam a caracterizar o transtorno do pânico, gerando um círculo vicioso de sensações e comportamentos. Nesse caso, a pessoa precisa ser tratada. Há pacientes que acabam ficando com pavor de ir à rua – algumas pessoas chegam a ficar anos sem sair de casa.
Mulheres têm maior propensão ao transtorno
O TP é mais comum em mulheres e em pessoas com idade entre 30 e 40 anos. A descrição dos sintomas se assemelha a um ataque cardíaco. Esse mal- estar repentino tem duração variável em diferentes pacientes, mas costuma se estender por cerca de 20 minutos, com um pico de desconforto aos 10 minutos.
Quando os ataques de pânico tem muita freqüência, os pacientes costumam sofrer de ansiedade antecipatória (o medo de ter um novo ataque) e evitação fóbica (evitam locais ou situações na quais já ocorreu um ataque de pânico).A partir daí, instala-se uma sensação muito comum aos portadores da doença, conhecida como “medo do medo”.
O TP é diferente das fobias (medos exagerados), pois os ataques costumam acontecer de repente e espontaneamente, sem depender de um fator externo. Além disso, não existem causas conhecidas para o TP. No entanto, alguns fatores de risco podem contribuir para o desenvolvimento, como fatores genéticos e outros transtornos de ansiedade (como o transtorno do estresse pós-traumático).É importante notar que os ataques de pânico dos pacientes do transtorno na estão relacionados diretamente a fobias a objetos, animais, locais ou situações específicas (como estar no alto ou em um ambiente pouco ventilado).
Intenso medo e mal-estar
Os ataques de pânico são definidos como um período abrupto de intenso medo ou mal-estar acompanhado de alguns sintomas somáticos ou cognitivos:
• Taquicardia (ritmo cardíaco acelerado);
• Palpitações;
• Tremores;
• Dispinéia;
• Sudorese(suor);
• Sensação de falta de ar ou sufocamento;
• Sensação de nó na garganta;
• Dor e desconforto no peito;
• Náuseas e desconforto abdominal;
• Tontura, vertigem ou desmaio;
• Medo de morrer;
• Medo de perder o controle de seus atos.
Existem unidades específicas, universidades públicas e serviço do SUS especializados em ajudar portadores da síndrome.
Procure ajuda!
INSTITUTO DE PSIQUIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Telefone: (21) 2295-3499
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DA SÍNDROME DO PÂNICO
Telefone (11) 3794-4658
DEPARTAMENTO DE PSIQUIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO
Telefone: (11) 55791543 ou 5576-4160
Fonte : REVISTA PRO TESTE /abril 2009
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